O pacto cria a maior zona de livre-comércio do mundo, unindo 720 milhões de pessoas e impulsionando exportações bilaterais.
A cerimônia ocorreu neste sábado (17), com líderes dos blocos presentes, após aprovações finais na UE e no Mercosul.
Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, destacou o foco em comércio justo e prosperidade mútua.
O Brasil acessará 36% do comércio global, com eliminação gradual de tarifas em 91% das exportações da UE em 15 anos.
Para o Mercosul, setores como agricultura e indústria ganham mercados, com redução de €4 bilhões em impostos europeus.
O texto segue para ratificação no Parlamento Europeu e congressos nacionais do Mercosul, com vigência gradual prevista para os próximos anos.
Entidades como a CNI veem o acordo como marco para inovação e empregos no Brasil.
